Opinião: Olimpíadas inspiram reflexão sobre salto do hipismo rumo ao futuro

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O hipismo nacional deve aproveitar um ano tão relevante no esporte mundial para se fazer uma profunda e oportuna indagação: afinal, com tantas controvérsias recentes, o destino da modalidade será vencedor?

É verdade que as Olimpíadas de Tóquio, marcadas para daqui a menos de 60 dias, são referentes a 2020. Mas, por conta do adiamento gerado pela pandemia, 2021 passou a ser o ano olímpico da vez.

Coincidentemente, está sendo também um período de muitas reviravoltas no comando do hipismo brasileiro. E mais: ainda com a indignação de uma maioria que não se vê devidamente representada.

Esse vácuo de entendimento e pacificação deixa marcas e sequelas. Uma delas é a nítida percepção de que a almejada união no esporte segue distante de se concretizar.

Cavaleiros, empresários e famílias inteiras dedicadas ao hipismo podem aproveitar o período olímpico para exercer uma reflexão movida pelo mais legítimo espírito esportivo: livre de amarras corporativas ou de compromissos circunstanciais.

Afinal, que hipismo desejamos? Agregador e triunfante ou apartado e vacilante?…

O esporte democrático, que busca ideais comuns e majoritários, não pode ser usurpado por quem tem flagrante dificuldade de desapego ao poder.

O hipismo deve dar um salto de qualidade, especialmente na maneira como vem sendo conduzido.

Aproveitar as mais nobres inspirações das Olimpíadas, onde competir é o contrário de transgredir, é um incentivo e tanto para isso. 

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