Kiko vai à polícia para acusar cavaleiros de injúria e ‘agressões’ via rede social

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Não bastasse toda a polêmica envolvendo as idas e vindas relativas ao comando da CBH (Confederação Brasileira de Hipismo), agora um novo capítulo é escrito na esfera policial com a acusação de injúria contra dois atletas: César Almeida e Ivo Roza Filho.

A queixa, formalizada por Francisco José Mari, o Kiko, em inquérito junto à Delegacia de Proteção ao Idoso de Taboão da Serra, tem como base supostas ofensas das quais ele teria sido vítima pelo Instagram do grupo “Aliança Pelo Hipismo”.

Alguns prints dos supostos ataques foram anexados aos autos do processo por Kiko que, em sua justificativa, destaca: “As malfadadas agressões vêm sendo cada vez mais acintosas e por conseqüência passaram a prejudicar além da vida pessoal do subscritor, sua vida profissional, já que seus parceiros de negócios passaram a questioná-lo sobre as questöes levantadas por aquele grupo.”

“Todo o acima descrito trouxe a inegável necessidade de uma apuração para se possa identificar individualmente todos os componentes deste grupo e posteriormente apurar suas condutas e eventuais práticas de crimes a serem tipificados”, conclui Kiko à Polícia Civil.

Repercussão inicial

O BLOG apurou que a ação de Kiko está causando profunda decepção e ainda mais revolta por conta do grupo de cavaleiros. Os dois especificamente citados negam o teor da acusação e apontam tentativa de intimidação do dirigente por conta dos questionamentos que ele vem recebendo desde a tumultuada eleição de 29 de janeiro  – na qual duas chapas saíram se declarando vencedoras.

A oposição apontou indícios de manobras na condução do pleito. A comissão eleitoral já negou qualquer prática de irregularidades. No momento, Kiko se mantém como presidente da CBH em meio a uma batalha jurídica sobre o comando da entidade.

O BLOG enviou perguntas por e-mail à assessoria de imprensa da CBH e aguarda respostas. César Almeida e Ivo Roza Filho formulam suas defesas formais para posterior apresentação às autoridades. O BLOG acompanha os desdobramentos do caso.

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