Democracia na berlinda: mesmo com votação majoritária, comando na CBH segue com futuro em aberto

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Logo após a eleição da última quarta-feira já se sabia que, em qualquer cenário, a posse de Bárbara Elizabeth Laffranchi como presidente da CBH (Confederação Brasileira de Hipismo) não seria imediata. O quadro pouco se alterou desde então.

Um dia depois do pleito, realizado no Rio de Janeiro, o situacionista Francisco José Mari, o Kiko, segue, no momento, à frente da entidade.

O contexto continua marcado por diferentes entendimentos jurídicos e decisões judiciais pontuais. A do momento, em vigência, é do desembargador Cesar Cury – que anulou efeitos de liminar anterior, do juiz João Marcos de Castello Branco Fantinato, que concedia aval para a realização do processo de escolha de 12 de maio.

Tal cronograma foi levado adiante pelo presidente da Federação Paulista de Hipismo, José Vicente Marino, que desempenhou papel de condução da assembleia e, assim, ponderou ser de bom senso manter o combinado em respeito às entidades e representantes de atletas já mobilizados para o decisivo encontro.

Marino tomou conhecimento da decisão do desembargador praticamente no momento em que abria a assembleia aos presentes e à audiência virtual. 

Incertezas após triunfo

Conforme já divulgado, a chapa de Bárbara e Fernando Augusto Sperb, o Fêfo, foi eleita com dez votos de federações e quatro de representantes de atletas. Nove federações ficaram ausentes da decisão, assim como três representantes de atletas.

Em pontos, a “CBH Forte e Ativa” sagrou-se a ganhadora com a seguinte totalização: 2051,4284 contra 1620.5713 para as abstenções. A outra chapa foi justamente a de Kiko e de João Loyo Meira Lins (“Hipismo para Todos”).

A expectativa é de que a vontade da maioria prevaleça para uma plena pacificação no dia a dia da CBH – que, em 2021, completa 80 anos. 

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